sábado, 31 de março de 2012

Jimi Hendrix-Tomorrow Never Knows

Dispensa comentários. Como eu costumo dizer, as músicas dos Beatles quando tocadas por outros músicos ficam sensacionais, e com esta guitarra....

Beatles - I'm Looking Through You (False Start)

Particularmente, este é para mim um dos melhores discos dos Beatles, foi o albúm que antecedeu o albúm Revolver, onde os Beatles entraram definitivamente na fase psicodélica de Sgt. Peppers e Magical Mistery Tour, e, claro, do Albúm Branco, e esta música em particular, é a música dos Beatles que mais gosto, e ainda vem com um prêmio do "False Start".

Rubber Soul é o sexto álbum lançado pelo grupo de rock The Beatles. Foi gravado aproximadamente em quatro meses e lançado em 1965 sendo produzido por George Martin. É citado por muitos críticos de música como o álbum em que os Beatles começaram a tornar seu som mais eclético e sofisticado. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.

Naquela altura, depois de amenizada a força primitiva do Rock, com a explosão do folk-rock e da surf music, cada grupo passou a utilizar-se de todas as potencialidades que os estúdios de gravação podiam oferecer. Os próprios Beatles superaram sua fase adolescente, passando pelas brincadeiras colocadas em filmes por Richard Lester, até o profundo universo poético que começaram a desenvolver com o álbum Rubber Soul. Realizaram então verdadeiras "rupturas", como a letra surrealista e o uso do sitar em "Norwegian Wood", o lirismo de "In My Life" e "Michelle", a solidão pungente de "Nowhere Man", enfim, Rubber Soul foi considerado o mais inovador álbum de rock lançado até então.

Paul McCartney conta que fizeram uma sessão de fotos para a capa do álbum. Quando acabaram o fotógrafo começou a passar as fotos em um slide, e ao deixar uma das fotos cairem no slide, dando-a um efeito distorcido, despertou o interesse dos Beatles. Nesse mesmo momento eles escolheram o nome, Rubber Soul (Alma de Borracha).

sexta-feira, 30 de março de 2012

Lenny Kravitz - Always On The Run

O verdadeiro Funk, uma linha de baixo sensacional, tirando as baladinhas água com açucar, os funks do Lenny Kravitz são sem igual.

terça-feira, 20 de março de 2012

2012 L.A. Woman

O The Doors avisou desde janeiro que 2012 seria o "Ano do The Doors", como foi carinhosamente intitulado. A comemoração é pelos 40 anos do lançamento do icônico disco "L.A. Woman". E agora eles divulgaram um novo clipe para a canção homônima.

No divertido clipe aparecem três skatistas profissionais, Kenny Anderson, Alex Olson e Braydon Szafranski, passeando pelas ruas de Los Angeles. Sob a direção de Matt Goodman, o material mostra lugares importantes para a história da banda.

O lendário disco foi lançado em 1971 e é o último registro do The Doors com o vocalista Jim Morrison. Além deste clipe, outros itens já foram relançados para comemorar os 40 anos, como a faixa inédita  "She Smells So Nice", presente no disco "L.A. Woman: 40th Anniversary Edition".

domingo, 18 de março de 2012

Os Mutantes - Posso Perder Minha Mulher,Minha Mãe Desde Que Eu Tenha Meu...

Os Mutantes é uma banda brasileira de rock psicodélico formada durante o Tropicalismo no ano de 1966, em São Paulo, por Arnaldo Baptista (baixo, teclado, vocais), Rita Lee (vocais) e Sérgio Dias (guitarra, baixo, vocais). Também participaram do grupo Liminha (baixista) e Dinho Leme (bateria).

A banda é considerada um dos principais grupos do rock brasileiro. Além do inovador uso de feedback, distorção e truques de estúdio de todos os tipos, os Mutantes foram os pioneiros na mescla do rock and roll com elementos musicais e temáticos brasileiros. Outra característica do grupo era a irreverência. Se antes dos Mutantes, o gênero no Brasil era basicamente imitativo, a partir do pioneirismo de Arnaldo, Sérgio e Rita, abriu-se o caminho do hibridismo.

Os Mutantes iniciou suas atividades em 1966, como um trio, quando se apresentaram em um programa da TV Record, até terminar em 1978 com apenas Sérgio Dias como integrante original. Ao longo destes doze anos, foram gravados nove álbuns - sendo que dois deles, O A e o Z e Tecnicolor, foram lançados apenas na década de 1990. Foi nessa década que foi reconhecida no cenário do rock nacional e internacional a importância dos Mutantes como um dos grupos mais criativos, dinâmicos, radicais e talentosos da era psicodélica e da história da música brasileira e mundial.

Os Mutantes - A Hora E A Vez Do Cabelo Nascer(Cabeludo Patriota)

Os Mutantes - Rua Augusta

Os Mutantes - Vida de cachorro

Secos & Molhados no Maracanazinho em 1973

Secos & Molhados foi um grupo vocal brasileiro da década de 1970 cuja formação clássica consistia de João Ricardo (vocais, violão e harmônica), Ney Matogrosso (vocais) e Gérson Conrad (vocais e violão). João havia criado o nome da banda sozinho em 1970 até juntar-se com as diferentes formações nos anos seguintes e prosseguir igualmente sozinho com o álbum Memória Velha (2000).

No começo, as apresentações ousadas, acrescidas de um figurino e uma maquiagem extravagantes, fizeram a banda ganhar imensa notoriedade e reconhecimento, sobretudo por canções como "O Vira", "Sangue Latino", "Assim Assado", "Rosa de Hiroshima", que misturam danças e canções do folclore português como o Vira com críticas à Ditadura Militar e a poesia de Cassiano Ricardo, Vinícius de Moraes, Oswald de Andrade, Fernando Pessoa, e João Apolinário, pai de João Ricardo, com um rock pesado inédito no país, o que a fez se tornar um dos maiores fenômenos musicais do Brasil da época e um dos mais aclamados pela crítica nos dias de hoje.

Seu álbum de estréia, Secos e Molhados I (1973), foi possível graças à tais performances que despertaram interesse nas gravadoras, e projetou o grupo no cenário nacional, vendendo mais de 700 mil cópias no país. Desentendimentos financeiros fizeram essa formação se desintegrar em 1974, ano do Secos e Molhados II, embora João Ricardo tenha prosseguido com a marca em Secos & Molhados III (1978), Secos e Molhados IV (1980), A Volta do Gato Preto (1988), Teatro? (1999) e Memória Velha (2000), enquanto Gérson continuou a tocar sozinho. Do grupo, Ney Matogrosso é o mais bem-sucedido em sua carreira solo, e continua ativo desde Água do Céu Pássaro (1975).

Os Secos & Molhados estão inscritos em uma categoria privilegiada entre as bandas e músicos que levaram o Brasil da bossa nova à Tropicália e então para o rock brasileiro, um estilo que só floresceu expressivamente nos anos 80. Seus dois álbuns de estréia incorporaram elementos novos à MPB, que vai desde a poesia e o glam rock ao rock progressivo, servindo como fundamental referência para uma geração de bandas underground que não aceitavam a MPB como expressão. O grupo continua a ganhar atenção das novas gerações: em 2007, a Rolling Stone Brasil posicionou o primeiro LP em quinto lugar na sua lista dos 100 maiores discos da música brasileira e em 2008 a Los 250: Essential Albums of All Time Latin Alternative - Rock Iberoamericano o colocou na 97ª posição.

Secos & Molhados Programa Hebe TV Tupi 1974

1974 - Raul Seixas - Gita

Particularmente, não sou muito fã do Raul, mas não nego que existem músicas atemporais, músicas boas que não tem um brasileiro que não saiba cantar. Rauzito viveu a mil, morreu jovem e nos deixou um legado sem preço. Segue abaixo trexo da wiki de Raul, o link para ler toda a wiki é : http://pt.wikipedia.org/wiki/Raul_Seixas

Raul Santos Seixas (Salvador, 28 de junho de 1945 — São Paulo, 21 de agosto de 1989) foi um famoso cantor e compositor brasileiro, frequentemente considerado um dos pioneiros do rock brasileiro. Também foi produtor musical da CBS durante sua estada no Rio de Janeiro, e por vezes é chamado de "Pai do Rock Brasileiro" e "Maluco Beleza".

Sua obra musical é composta de 21 discos lançados em seus 20 anos de carreira e seu estilo musical é tradicionalmente classificado como rock e baião, e de fato conseguiu unir ambos os gêneros em músicas como "Let Me Sing, Let Me Sing". Seu álbum de estreia, Raulzito e os Panteras (1968), foi produzido quando ele integrava o grupo Os Panteras, mas só ganhou notoriedade crítica e de público com as músicas de Krig-ha, Bandolo! (1973), como "Ouro de Tolo", "Mosca na Sopa", "Metamorfose Ambulante". Raul Seixas adquiriu um estilo musical que o creditou de "contestador e místico", e isso se deve aos ideais que vindicou, como a Sociedade Alternativa apresentada em Gita (1974), influenciado por figuras como Aleister Crowley.

Raul se interessava por filosofia (principalmente metafísica e ontologia), psicologia, história, literatura e latim e algumas crenças dessas correntes foram muito aproveitadas em sua obra, que possuía uma recepção boa ou de curiosidade por conta disso. Ele conseguiu gozar de uma audiência relativamente alta durante sua vida, e mesmo nos anos 80 continuou produzindo álbuns que venderam bem, como Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum! (1987) e A Panela do Diabo (1989), esse último em parceria com Marcelo Nova, e sua obra musical tem aumentado continuamente de tamanho, na medida em que seus discos (principalmente álbuns póstumos) continuam a ser vendidos, tornando-o um símbolo do rock do país e um dos artistas mais cultuados e queridos entre os fãs nos últimos quarenta anos.

Em outubro de 2008, a revista Rolling Stone promoveu a Lista dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira, cujo resultado colocou Raul Seixas figurando a posição 19ª, encabeçando nomes como Milton Nascimento, Maria Bethânia, Heitor Villa-Lobos e outros. No ano anterior, a mesma revista promoveu a Lista dos Cem Maiores Discos da Música Brasileira, onde dois de seus álbuns apareceram Krig-ha, Bandolo! de 1973 atingiu a 12ª posição e Novo Aeon ficou em 53º lugar, demonstrando que o vigor musical de Raul Seixas continua a ser considerado importante hoje em dia.

Raul Seixas - Maluco Beleza Clip

Raul Seixas - Eu Nasci ha De Mil Anos Atrás Clip

Raul Seixas - Metamorfose ambulante (Áudio HQ)

sexta-feira, 16 de março de 2012

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dire Straits- Sultans Of Swing (LIVE) full version

Éééééééééé´.... onde é que andam os verdadeiros guitarristas?

Vídeo com o lendário solo de guitarra do show de Basel em 1992.

quinta-feira, 1 de março de 2012

The White Stripes - Death Letter (live in Paris '07)

O White Stripes se formou em Detroit, Michigan, em 1997. A dupla recebeu mais atenção após a saída repentina de Jack White, do grupo The Go, onde ele era o principal guitarrista. Jack descreveu seu primeiro álbum, The White Stripes (1999), como "realmente furioso… o registro mais cru, o mais poderoso, e mais Detroit que já fizemos." Seu segundo álbum, De Stijl, foi batizado assim em homenagem à vanguarda artística holandesa neoplasticista, que eles citaram como fonte da imagem musical deles. A arte desta vanguarda está presente na capa do álbum. Este trabalho também foi gravado em uma fita cassete, na sala de estar de Jack.

No dia 2 de Fevereiro de 2011, foi publicado no site da banda que o White Stripes encerrou suas atividades oficialmente, "...por uma miríade de razões, mas principalmente para preservar o que é belo e especial na banda e que ele continue assim."
A notícia foi recebida com muita tristeza a todos fãs que esperavam um novo CD da dupla, muitos ficaram decepcionados com Jack White, alegando que mais estava interessados a fazer mais projetos para ter mais fama sobre seu nome do que realmente fazer rock'n'roll, pois seus últimos trabalhos soavam estranho aos fãs mais fervorosos dos White Stripes.